O vento no rosto
Hoje à tarde, andando sem rumo, o vento de junho bateu no meu rosto e, por um instante, me senti leve. Aquele perfume de terra molhada vindo de algum jardim me lembrou que a vida continua, mesmo que eu não perceba. É um pequeno alívio, um lembrete de que há beleza nas coisas simples.