Sábado de Junho
Sábado, e o calor de junho já castiga. O cheiro de churrasco invade a janela do vizinho. Meus ombros estão pesados, e o sofá parece me engolir. É estranho ver todo mundo com planos, rindo, e eu aqui, só com o barulho do ventilador. Queria uma voz, um toque, qualquer coisa que me fizesse sentir que não sou invisível.